segunda-feira, 26 de junho de 2017

PUC-Rio: curso de especialização e extensão.

Pós-Graduação - 360 horas. Arte e Filosofia. Objetivo: O curso aborda grande parte das teorias filosóficas da arte que constituem a matéria básica do que hoje denominamos Estética a fim de promover o diálogo entre essas duas esferas do conhecimento. Espera-se que tal diálogo convide à reflexão, não apenas aqueles que têm interesses especificamente teóricos, mas também os que estão, de um modo ou de outro, envolvidos no exercício prático de atividades artísticas. Pensar a arte através da filosofia, mas também a filosofia através da arte, eis, em suma, o objetivo do programa. Público-Alvo: Graduados em Arte, Filosofia e áreas afins. Unidade Gávea15/08/2017 a 23/11/2017 (1º Período). Terças e quintas-feiras, das 19h às 22h30. Mais Informações: http://www.cce.puc-rio.br/sitecce/website/website.dll/folder?nCurso=arte-e-filosofia&nInst=cce&o=1

quinta-feira, 8 de junho de 2017

ENCONTRO SOBRE REABILITAÇÃO EMOCIONAL E FÍSICA DE AMPUTADOS

O Centro Universitário Uniabeu realiza, no campus Belford Roxo, no dia 24 de junho, das 8h às 17h, o Encontro “Protetização do paciente amputado: Aspectos da reabilitação emocional e física”. A professora e psicóloga da Uniabeu Christiane Penha, conta que durante a atividade serão abordadas as questões emocionais presentes na vida de pacientes submetidos à amputação de membros. A professora Christiane Penha conta que a causa da amputação é um potencial mediador da adaptação psicológica, devido a diferentes reações entre as pessoas que são amputadas em razão de traumas e as que perdem o membro em decorrência de doenças vasculares. “Nos casos de acidentes que levam a amputação, a cirurgia ocorre, na maioria das vezes de forma inesperada, e o tempo para assimilação prévia do evento pode ser inexistente”, comenta. “A Psicologia nesta área mostra-se essencial tanto na pesquisa como no campo da intervenção. O papel do psicólogo na equipe interdisciplinar pode auxiliar o paciente e sua família no período anterior a cirurgia, durante a hospitalização, no período de adaptação e na reabilitação psicossocial”, explica a professora. Segundo Penha, a orientação inicia pela entrevista pré-cirúrgica, verificando a condição psicológica do paciente para enfrentamento de todo o processo que o levará a mudanças em sua vida; na preparação para a operação e oferecendo apoio constante ao paciente e sua família. Durante o encontro serão considerados os medos, as incertezas, a dor pós-operatória, a sensação de incapacitação, a perda da independência, o distanciamento da atividade profissional, a dor no membro fantasma. “Vamos abordar também como pode ser o apoio do profissional de psicologia antes, durante e depois da amputação”, comenta Penha. O encontro é dirigido a estudantes e profissionais de saúde, psicologia, serviço social, familiares de amputados. Os interessados devem fazer inscrição no site http://www.uniabeu.edu.br/noticias_eventos.php?t=evento&cod=283. Serviço: Encontro “Protetização do paciente amputado: aspectos da reabilitação emocional e física”. Local: Belford Roxo. Dia: 24/06. Horário: Das 8h às 17h. Endereço: Rua Itaiara, 301, Centro de Belford Roxo. Valor: R$ 25,00. Reportagem: Fernando Fraga. Foto: Gabriela Mineiro. INSCRIÇÕES: Inscrição: Até 20/06 nos links: http://www.uniabeu.edu.br/noticias/uniabeu-realiza-encontro-sobre-reabilitacao-emocional-e-fisica-de-amputados/ e http://www.uniabeu.edu.br/noticias_eventos.php?t=evento&cod=283.

Estação das Letras: Cursos de Férias iniciando em Julho.

OFICINA DE REVISÃO E COPIDESQUE. EMENTA: O curso tem o objetivo de formar profissionais habilitados a trabalhar na área de editoração, como editores de texto, copidesques e revisores de provas. Aulas com diversos exercícios. Prof. Alvanísio Damasceno – É jornalista, revisor, preparador de originais e redator. Atua na área desde 1980 em editoras como Record e Ediouro. Período e horários: Dias 01 e 08/07/2017 (sábados) das 10h às 17h | Carga horária: 12h. Acesso em http://estacaodasletras.com.br/

sábado, 3 de junho de 2017

UFRJ - Boletim de Eventos.

III MOSTRA DE CINEMA – Africano. ENCONTRO COM Luís Carlos PATRAQUIM - POETA E UM DOS FUNDADORES DO CINEMA MOÇAMBICANO. Exibição dos filmes: Kuxa Kanema, de Margarida Cardoso Mueda, de Ruy Guerra. O Búzio, de Sol de Carvalho Fogata, de João Ribeiro. A Árvore dos Antepassados, de Licínio de Azevedo. Ngwenya, o Crocodilo, de Isabel Noronha. Faculdade de Letras/UFRJ – Fundão – Aud. G-1. 5 a 8 d e JUNHO de 2017. Inscrições: Cátedra Jorge de Sena (10 de maio a 1 de junho) • R$ 15,00 o curso todo ou R$ 5,00 por dia. Certificados (20h de AACC) • Programação completa em breve. Organizadores: Carmen Tindó • Nazir Can. Realização: Setor de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa/FL-UFRJ. 6 DE JUNHO – 11h - Lançamento do livro “O cão na margem”: Programa de Pós-Graduação em Letras Vernáculas. Diretoria de Cultura e Extensão. Setor Cultural/FL. APOIO: CÁTEDRA JORGE DE SENA. Acesso em https://eventos.ufrj.br/evento/iii-mostra-de-cinema-africano/

segunda-feira, 15 de maio de 2017

UNIABEU: Oficina de Braille.

O Centro Universitário Uniabeu está com inscrições abertas para 80 vagas na oficina gratuita de Braille, que será realizada no dia 25 de maio, no campus Belford Roxo, às 17 horas. Segundo a professora Christiane Penha, o evento vai dá noções de orientação e mobilidade para os que exergam e como conduzir o deficiente visual, mostrar a linguagem que deve ser usada com o portador de deficiência visual. Para os deficientes visuais, a oportunidade é importante para ampliar a autonomia com atividades cotidianas. Inclusão social: A oficina é indicada aos portadores de deficiência visual e voluntários, melhorando a inclusão em escolas, universidades, no mercado de trabalho. As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de maio no http://www.uniabeu.edu.br/noticias_eventos.php?t=evento&cod=281. “O sistema braille é um código universal de leitura tátil e de escrita, usado por pessoas cegas. Ele foi desenvolvido na França por Louis Braille, um jovem cego, a partir do sistema de leitura no escuro, para uso militar, de Charles Barbier”. Para finalizar… Nota da coluna: a oficina promovida pela Uniabeu de Belford Roxo, também serve para orientar ‘guias de cegos’ e ainda pessoas que se prestam a auxiliar os que não enxergam, principalmente, nas travessias de ruas e leituras de placas indicativas em vias públicas. #BoaVontadeDeveCombinarComConhecimento. fONTE: JORNAL DE HOJE: Acesso em http://jornalhoje.inf.br/wp/?p=47611

Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro - Curso de Extensão "David Hume e a Religião Natural: a possibilidade do conhecimento de Deus".

Inscrições abertas; Aulas às quartas-feiras - Início 16 de agosto de 2017.
Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro. Rua Dom Gerardo, 68 - Centro - Rio de Janeiro. Telefones: (21) 2206-8310 e 2206-8281. info@faculdadesaobento.org.br - www.faculdadesaobento.org.br

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Uniabeu: Cine Debate "A linguagem do coração".

O centro Universitário ABEU apresenta Cine Debate "A linguagem do coração" cujo tema será mediado pelas professoras: Christiane Maria Costa Carneiro Penha – Psicóloga, Pedagoga, Mestre em Psicologia, Pós Graduada em Educação Especial e Língua Brasileira de Sinais e pela fisioterapeuta Thais Giglio Cordeiro - graduada pela UFRJ com especialização Master em Traumato-ortopedia Desportiva.

REVER - Revista de Estudos da Religião.

Car@s leitores, A revista REVER - Revista de Estudos da Religião - ISSN 1677-1222 publicou em 30 de abril de 2017 uma nova edição, disponível em https://revistas.pucsp.br/index.php/rever. Convidamos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e outros itens de seu interesse. Boa leiturA! Frank Usarski.
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. usarski@pucsp.br REVER - Revista de Estudos da Religião - ISSN 1677-1222. https://revistas.pucsp.br/index.php/rever/issue/view/1786

sábado, 6 de maio de 2017

UFRJ: Pesquisa mostra bom desempenho de cotistas, mas discriminação continua..

(Foto: site compromissocampinas.org.br). A Lei nº 12.711/2012, mais conhecida como Lei de Cotas, assegura metade das vagas de universidades públicas a alunos de escolas públicas, autodeclarados pretos, pardos, índios e deficientes, com renda inferior ou igual a 1,5 salário mínimo. A Lei, que entrou em vigor no ano de 2012, gerou bastante polêmica na época. Uma das críticas feitas pelos que se opunham à Lei era a possibilidade de o rendimento acadêmico piorar com a criação das cotas. No entanto, uma recente pesquisa analisou o desempenho de mais de 1 milhão de estudantes no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), entre 2012 e 2014. Segundo o site Agência Fapesp, a pesquisa foi realizada pelo professor titular do Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Jacques Wainer, e pela professora associada da Rossier School of Education da University of Southern Califórnia, Tatiana Melguizo. A pesquisa revelou que o desempenho dos alunos que tiveram acesso ao ensino superior em universidades públicas a partir das ações afirmativas foi superior aos que ingressaram pela ampla concorrência. De acordo com o estudo, os alunos analisados equivalem a um terço do número total de alunos de ensino superior formados no período. Os dados do levantamento comprovam que era infundado o receio sobre uma possível queda do rendimento acadêmico. No entanto, desde que a Lei começou a vigorar, o dia a dia das universidades se tornou diferente. Menos elitizadas, as universidades públicas brasileiras agora contam com a participação de alunos de diversas classes sociais. Todavia, é preciso lembrar que, apesar do bom desempenho, alguns ainda sofrem discriminações no espaço universitário.
A discriminação presente entre os alunos: A estudante cotista Michelle Amâncio, aluna do 3o período do curso de Comunicação Social da UFRJ, afirma que foi alvo de preconceitos e comentários maldosos no início de sua vida acadêmica. Imagem de Michelle Amâncio, estudante cotista e aluna do terceiro período do curso de Comunicação Social da UFRJ. Michelle Amâncio, estudante cotista e aluna do 3o período do curso de Comunicação Social da UFRJ. Foto: Lusiane Sousa (CoordCOM / UFRJ) “Eu enfrentei duas dificuldades logo na primeira semana. Uma foi preconceito direto mesmo e a outra foi uma constatação a que eu cheguei. Em uma das primeiras conversas sobre vestibular, eu mencionei que havia feito as provas apenas com meu conhecimento de colégio. Então, uma pessoa da roda falou que eu só havia entrado porque eu tinha as cotas. Achei um total absurdo”, relembra. A constatação a que Michelle chegou foi de que, apesar de a lei destinar 50% das vagas para cotistas, ainda são poucos os alunos negros, pardos ou índios que frequentam o ambiente acadêmico. Michelle também menciona que quase fez parte do movimento Bafros, um coletivo dos negros na UFRJ. Ela conta que o movimento é responsável por investigar e denunciar as fraudes que muitos alunos cometem ao se autodeclararem para a cota racial sem, na verdade, pertencerem a esse grupo. No Brasil, são inúmeros os casos de fraudes como essa. Muitos se aproveitam do documento de autodeclaração para conseguirem ingressar no ensino superior com notas destinadas às ações afirmativas. O preconceito na sala de aula: Outro aluno cotista que também sofreu discriminação foi Matheus Rocha, aluno do 5º período de Comunicação Social na UFRJ. “Já sofri um certo preconceito através dos olhares de alguns professores, pois quando tratavam de assuntos sobre negros e pobreza, olhavam diretamente para mim na sala de aula. Totalmente constrangedor”, afirma. Além disso, ele se sente constrangido no dia a dia das aulas quando professores questionam a turma sobre determinados livros ou autores. “Muitas vezes, em aula, os professores perguntam se já lemos tal autor ou vimos tal filme e, quando negamos, isso é motivo para espanto. O que acontece é que, por não vir de uma escola particular, eu não tive acesso a esses bens culturais tanto quanto um aluno que foi da particular teve.” Sobre a pesquisa, os estudantes cotistas acreditam que o desempenho dos colegas egressos das ações afirmativas seja superior devido a uma dedicação maior em relação aos demais colegas. É o que afirma a aluna cotista do 5º período de Comunicação Social na UFRJ, Ana Carolina Santos. “Acredito que nós, cotistas, batalhamos mais para estarmos aqui, então acabamos dando mais valor. Até conversamos bastante sobre isso de ouvirmos pessoas da zona sul sempre reclamando da ECO e da faculdade, enquanto nós temos uma alegria imensa de estar aqui”, diz. Universidade enriqueceu depois das cotas: Para os professores, a Lei de Cotas é possivelmente a maior conquista dos movimentos sociais brasileiros atualmente. “Com a turma mais diversificada, outras experiências de vida podem ser passadas”, afirma Marcelo Paixão, professor do Instituto de Economia (IE) da UFRJ e coordenador do Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser). Especialista no assunto, ele acredita que, depois da Lei, a universidade enriqueceu em termos sociais. Quanto à pesquisa, ele diz que é bastante gratificante saber que o desempenho acadêmico desses alunos tenha sido ótimo. “É interessante porque, quando nós vivemos o debate sobre as ações afirmativas, não apenas na UFRJ, mas em todo o país, era dito que o estudante que viesse por meio das ações afirmativas reduziria a qualidade de ensino porque viria com o menor preparo e a universidade sofreria do ponto de vista da sua qualidade acadêmica”, relembra.
Imagem de Marcelo Paixão, professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais. Marcelo Paixão, professor do Instituto de Economia (IE) da UFRJ e coordenador do Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser). Foto: Observatório de Favelas Paixão também concorda que os estudantes cotistas vêm para a universidade mais engajados e isso talvez seja um fator importante para o resultado da pesquisa. Atualmente, Marcelo se encontra nos Estados Unidos por questões profissionais. Ele diz que, em sala de aula, não percebeu mudança na qualidade de suas turmas. “Sobre os cotistas, realmente, no que diz respeito tanto à minha experiência quanto à minha sensibilidade de operar, eu não percebi nas minhas turmas queda de rendimento. E olha que eu lidava com períodos complicados na Economia,” sublinha. Cobrança de mensalidade A cobrança de mensalidade em universidades públicas é uma medida que vem sendo defendida por ocupantes de cargos do atual governo brasileiro e preocupa bastante os cotistas. Ela foi defendida recentemente, por exemplo, pela secretária-executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Guimarães de Castro. A cobrança de mensalidade pode significar a expulsão da universidade de muitos alunos cotistas que não possuem condições de pagar. “Acho um absurdo. Nem todas as pessoas vão ter condições financeiras de pagar por uma universidade. É óbvio que temos faculdades particulares que estão no mesmo patamar de sucesso que as universidades públicas como a UFRJ,” argumenta Michelle. Muitos alunos, principalmente os cotistas, estão preocupados e torcem para que a medida não seja efetivada. “É triste, porque nós já pagamos imposto e deveríamos ter todos os serviços públicos sem custo e de qualidade. Espero que isso não ganhe corpo,” reflete Ana Carolina.
Fonte: CONEXÃO UFRJ. Acesso em https://conexao.ufrj.br/node/64?utm_source=phplist304&utm_medium=email&utm_content=HTML&utm_campaign=Boletim+Conex%C3%A3o+UFRJ+-+Edi%C3%A7%C3%A3o+7+-+Abril+%2F+2017

sexta-feira, 28 de abril de 2017

AEDB: XIV SEGeT SIMPÓSIO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO E TECNOLOGIA.

26 e 27 de Outubro de 2017 Resende – Rio de Janeiro. TEMA: Ética e Gestão. Juntas por um crescimento sustentável. Desde 13 de março é possível enviar artigos para o XIV Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia. A DATA LIMITE PARA O ENVIO DOS ARTIGOS É 13 DE JUNHO DE 2017. Acesse www.aedb.br/seget para mais informações. Visitas Técnicas! INB - Industrias Nucleares do Brasil. PNI - Parque Nacional do Itatiaia. As inscrições para as visitas técnicas estarão disponíveis a partir de 22 de agosto de 2017. Datas Importantes1 Realização do Evento: 26 e 27 de Outubro de 2017. Período de Submissão de Artigos: 13/03/2017 à 13/06/2017. Divulgação dos Trabalhos Aprovados: 22/08/2017. Inscrições no Evento (Participantes com Trabalhos Aprovados): 22/08/2017 à 08/09/2017. Inscrições no Evento (Participantes sem Trabalhos Aprovados): 22/08/2017 à 20/10/2017. Disponibilização da Programação Geral: 06/10/2017. Concilie o Evento ao Potencial Turístico da Região. Participe do XIV SEGeT e aproveite para conhecer o turismo da Região da Serra da Mantiqueira, visitando lugares encantadores tais como Penedo, Visconde de Mauá e Itatiaia. Nesses locais, o visitante encontra uma natureza exuberante, cachoeiras de tirar o fôlego e ótimos lugares para a prática de escalada. Além do Parque Nacional de Itatiaia, a região conta ainda com outros destinos turísticos, como a Usina Hidrelétrica do Funil, a Colônia Finlandesa de Penedo, o Pico das Agulhas Negras e as vilas de Maromba e Maringá, ambas em Visconde de Mauá. ​​ ​ Participe! Convidamos você a participar desse relevante evento científico, enviando um ou mais artigos relacionados a uma das seguintes áreas temáticas: AC - Automação e Controle AE - Administração Estratégica AP - Administração da Produção CM - Comunicação e Mercado ED - Gestão e Tecnologia na Educação EG - Estatística e Gestão EP - Estruturas e Processos Organizacionais GE - Gestão Econômica e Financeira GP - Gestão de Pessoas LG - Logística ME - Marketing Empresarial PO - Pesquisa Operacional RS - Responsabilidade Social e Ambiental TA - Tecnologia de Produção Automotiva TI - Tecnologia da Informação. A submissão será através do site: www.aedb.br/ssa, até o dia 13/06/2017. Premiação dos Melhores Trabalhos. Os autores dos três melhores trabalhos na categoria Apresentação Oral serão premiados, desde que pelo menos um dos autores esteja presente na solenidade de premiação e que o trabalho tenha sido apresentado no evento. Informações Complementares: Informações adicionais poderão ser obtidas no portal www.aedb.br/seget, no endereço eletrônico seget@aedb.br ou pelo telefone (24) 3383.9052, de 2ª feira a 6ª feira, das 9h às 12h.

sábado, 22 de abril de 2017

I Encontro Mídias, Infâncias e Diferenças: audiências e agências em foco.

Apresentação: Em sua primeira edição, o evento intitulado I Encontro Mídias, Infâncias e Diferenças: audiências e agências em foco busca criar espaços de discussão sobre possibilidades ativas para professores e crianças quanto à criação de conteúdos midiáticos/tecnológicos, reunindo diferentes pesquisadores da área e instituições que vêm desenvolvendo estudos nesse campo, ainda em formação. Na contramão de uma proposta gerada por concepções instrumentais/tecnicistas e imediatistas sobre o saber/fazer docente e das crianças, assim como sobre as mídias - onde a governamentalidade, no dizer foucaultiano, é matriz central e referencial das propostas de desenvolvimento de “materiais instrucionais” ou das “tecnologias assistivas”, por exemplo - o evento procura oportunizar a compreensão de forma mais aprofundada sobre os múltiplos impactos subjetivos nas culturas infantis, assim como a constituição da profissionalidade docente nesse contexto, na tentativa de viabilizar a abertura de um maior protagonismo adulto e infantil, num cenário de consumo de mídias/tecnologias “prontas” que se encontra, via de regra, sendo gestado por grandes empresas, corporações e pelas maiorias culturais/linguísticas. Obviamente, tais instituições não podem refletir as concepções, desejos e a autonomia dos partícipes dos processos educativos (por exemplo, softwares, aplicativos, sites, entre outros objetos digitais, desenvolvidos PARA o professor e PARA as crianças e não concebidos/realizados POR/COM o professor e POR/COM as crianças). Objetivos: Criação de espaços de discussão sobre agência infantil e docente quanto ao desenvolvimento de diversos conteúdos midiáticos/tecnológicos e processos de audiência, reunindo pesquisadores da área e instituições que vêm desenvolvendo estudos e recursos digitais nesse campo, ainda em formação. Discussão sobre o protagonismo infantil e cotejamento de movimentos de inclusão na pluralidade nesse âmbito (numa perspectiva antropológica e não através de propostas e concepções de normalização, como destacado em SKLIAR, 2003, e padronização de agências e audiências): pluralidade de semioses, de identidades, de infâncias, de currículos, de escolas, de práticas, produções, experiências, etc. compreensão de forma mais aprofundada sobre os múltiplos impactos subjetivos nas culturas infantis, a partir de distintas áreas do conhecimento no diálogo com a psicologia, assim como a reflexão sobre constituição da profissionalidade docente nesse contexto, na tentativa de viabilizar a abertura de um maior protagonismo adulto e infantil, num cenário de consumo de mídias/tecnologias “prontas”. Público-alvo: Professores e pesquisadores da área; produtores de conteúdo midiático-tecnológico; estudantes de graduação e pós-graduação em educação e áreas afins. Localização: Centro de Convenções da Unicamp. Rua Elis Regina, 131. Cidade Universitária “Zeferino Vaz” Campinas–SP. CEP 13083-854. Outras informações em https://www.fe.unicamp.br/encontromidias2017/

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Marcha pela Ciência: gesto contra a ofensiva irracionalista no mundo.

Em artigo publicado nesta quarta (19/4), o reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Leher, faz um convite para a participação na Marcha pela Ciência e analisa a conjuntura política e econômica do país. O evento mundial terá sua edição no Museu Nacional da UFRJ no próximo sábado, das 10h às 14h, na Quinta da Boa Vista, e tem apoio nacional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
foto: Diogo Vasconcellos (CoordCOM/UFRJ). Confira a íntegra do texto: Marcha pela Ciência: um gesto contra a ofensiva irracionalista no mundo O Brasil caminha na contramão do que seria a melhor estratégia para enfrentar uma crise econômica: investir em conhecimento científico, pesquisa e inovação. Não nos faltam exemplos de povos que também passaram por momentos dramáticos nesse sentido, mas que apostaram no fortalecimento das universidades, dos institutos públicos de pesquisa e do aparato de Ciência e Tecnologia, por meio dos blocos de poder que se reconfiguravam no calor das lutas sociais. Foi assim no contexto da Revolução Francesa, em que as grandes Écoles e universidades foram apoiadas vigorosamente; na criação da Universidade de Berlim, que se deu em um contexto de severa crise e de guerra; e na crise de 1929, em que a universidade estadunidense foi ampliada progressivamente e a pesquisa foi fortalecida com forte apoio estatal. Países como a China respondem à crise econômica mundial com mais investimentos em ciência. O dramático quadro da economia no Brasil ganhou novos contornos com o agravamento da crise política. Como corolário, é tomado ainda por uma tectônica crise de legitimidade do Executivo, da grande maioria do Legislativo, de setores do Judiciário e de vastos segmentos da grande imprensa. Diante de um contexto tão desolador, em que o futuro torna-se carregado de incertezas, decisões erradas podem comprometer de modo duradouro o porvir. Entre as muitas decisões que estão sendo tomadas contra os direitos humanos, é preciso destacar a desregulamentação e a flexibilização dos direitos trabalhistas, a inviabilização do sistema previdenciário, em prol da previdência por capitalização vinculada aos bancos, e o estrangulamento dos recursos para as universidades e os órgãos de fomento. Embora aparentemente desconexas, as medidas que rebaixam os direitos do trabalho evidenciam que o país estará cada vez mais inserido em circuitos produtivos baseados nas atividades laborais simples, prescindindo, por isso, de um robusto sistema universitário e de ciência e tecnologia. A planilha orçamentária das universidades federais em 2017 é 13% inferior ao já exíguo orçamento de 2016, ano em que muitas universidades não puderam pagar suas contas básicas. Os cortes e contingenciamentos efetuados no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em 2017 tornam o seu orçamento equivalente a menos da metade do existente em 2005, e ainda com o agravante de que a ciência cresceu de modo importante e o ministério não incluía a área da Comunicação: é devastador. E novos contingenciamentos rondam as universidades e os laboratórios e grupos de pesquisa. A rigor, conforme as previsões oficiais, em 2017 e 2018 não haverá recursos novos para pesquisa, descontinuando investigações e grupos de pesquisa, em domínios cruciais como arboviroses, energia, agricultura, saúde, educação e cultura. A retomada não será simples. São muitos os motivos que devem levar a sociedade a apoiar a Marcha pela Ciência, no próximo dia 22 de abril. Mais de 500 cidades do mundo inteiro estão mobilizadas para defender uma produção científica independente e indispensável para a vida dos povos. No Rio de Janeiro, a manifestação acontecerá no Museu Nacional da UFRJ e nossas universidades, professores, estudantes, técnicos-administrativos e demais trabalhadores devem se animar a participar do movimento. Essa manifestação entusiasmada e crescente é inspiradora e enche de esperança os que se dedicam de corpo e alma à ciência, à tecnologia, à arte e à cultura. Além da luta contra o desmonte da universidade e da pesquisa, é um gesto contra a ofensiva irracionalista que insiste em turvar o futuro das nações. É fundamental que todos apoiem e participem das atividades e, também, das outras manifestações públicas programadas pelos setores democráticos em prol dos direitos sociais e, em particular, do desenvolvimento da imaginação criadora das crianças e jovens que protagonizam a vitalidade das instituições educacionais! Roberto Leher Reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Cidade Universitária, 19/04/2017. Fonte: Assessoria de Imprensa do Gabinete do Reitor.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

AEDB: curso de Ciências Contábeis foi reconhecido pelo MEC, com alto conceito!

Implantado em 2013, o curso de Ciências Contábeis oferecido pela Associação Educacional Dom Bosco – AEDB acaba de ser reconhecido pelo Ministério de Educação – MEC, depois de ser muito bem conceituado pela Comissão de Avaliação desse Ministério, que conferiu ao curso nota 4, numa escala de 1 a 5. Com duração de 4 anos, o curso de Ciências Contábeis forma o contabilista, profissional apto a atuar em empresas de qualquer natureza, nas funções de contador geral, gerencial e de custos, auditor, controller, perito e gerente financeiro. O curso de Ciências Contábeis tem por objetivo formar profissionais com postura gerencial, para atuação no vasto campo de aplicação da Contabilidade, seja em entidades públicas ou privadas. Nesse sentido, o curso tem como objetivo geral formar profissionais e pesquisadores com capacidade crítico-analítica, visando o contínuo aperfeiçoamento da qualidade de vida da sociedade brasileira, através da produção e disseminação de conhecimentos nas áreas específicas de mensuração contábil e de modelos de gestão econômica. Pela natureza do serviço que presta, o mercado de trabalho para o contabilista é muito amplo. Além de poder abrir seu próprio escritório de contabilidade, o profissional formado em Ciências Contábeis pode trabalhar em escritórios que prestam consultoria na área tributária para instituições financeiras multinacionais e para toda e qualquer empresa industrial, comercial ou prestadora de serviço. No final de 2016, colou grau a primeira turma de contabilistas formada pela AEDB. O curso tem sido muito procurado pelos estudantes de Resende e da região. Fonte: Virginia - AEDB/NIC - Ass.Imprensa. Acesso em http://www.aedb.br/graduacao/ciencias-contabeis/

sábado, 15 de abril de 2017

Processo de Protetização do Paciente Amputado - Fases da Reabilitação.

Thais Giglio Cordeiro* RESUMO Devido a existência do grande número de pacientes amputados em diversas regiões do Estado do Rio de Janeiro e do país, este estudo apresnta também um meio para esclarecer ao leigo, ao estudante e aos profissionais interessados, as etapas para a protetização do paciente amputado. Observa-se nesse contexto, que o paciente inicia o tratamento logo após a ocorrência da amputação, denominada fase pré-protética que será importante para que o coto se prepare para a colocação da prótese. Eeste artigo procura esclarecer de uma maneira inicial, as informações relevantes para o processo de protetização do paciente amputado, considerando, as dificuldades e esforços enfrentados pelo paciente, bem como das fases de gerais da reabilitação. Foram selecionados como referenciais teóricos, alguns autores, trabalhos acadêmicos e artigos nas bases de dados do sites mais utilizados como do Google acadêmico e Pubmed, e, de informações encontradas nos livros “Tratamento do Paciente com Amputação”, “Amputações de Membros Inferiores: em Busca da Plena Reabilitação”. Também considerou-se relevante a leitura de “Fisioterapia - Avaliação e Tratamento” para o estudo e revisão do artigo em questão. Os resultados que serão apresentados no contexto do artigo, definem a importância da participação do paciente em todas as etapas, e a equivalência da atuação profissional do fisioterapeuta responsável pelas fases de pré-protetização, marcha e protetização. Ficará evidente que em todas as etapas do processo de protetização será fundamental a participação do paciente e do fisioterapeuta para uma reabilitação bem sucedida. Palavras-chave: Amputados, Fisioterapia, Protetização, Reabilitação, Pré-Protetização, Pós-Protetização. * Fisioterapeuta graduada pela UFRJ.Pós Graduação Master em Traumato Ortopedia e Desportiva.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

1º Workshop "Motivação e Competência" do Instituto de dança Priscila Ferraz em parceria com Christiane Penha do CH PENHA Projetos Educacionais.

O 1º Workshop sobre "Motivação e Competência" foi realizado na sede do IDPF no dia 13 de Julho, numa parceria entre a diretora do Instituto de Dança Priscila Ferraz e diretora do CH Penha Projetos Educacionais psicóloga/pedagoga Christiane Penha, que dinamizou a programação com foco na psicologia cognitivo-comportamental da dança voltada para os bailarinos do Instituto classificados para apresentações no Festival de dança de Joinville.
O desenvolvimento do programa alinhou-se com o mesmo método utilizado para atletas de diferentes modalidades esportivas, que participam de grandes eventos de repercussão nacional. O CH Penha possui um projeto chamado “Campeões no Divã” que visa demonstrar como a Psicologia pode melhorar o desempenho de atletas no sentido de desenvolver técnicas para alívio da ansiedade e melhoria no processo de motivação.
Trabalhamos juntos diversas atividades sobre motivação, dentre elas o conceito, a aplicação, motivação externa e interna. No encerramento, todos os participantes receberam seus certificados de participação das mãos da diretora do IPDF Priscila Ferraz e de Christiane Penha, pela nobre aprovação dos bailarinos no Festival de Dança de Joinville 2016, nas modalidades mostra competitiva e Palco aberto. Nesse contexto importantíssimo, os coreógrafos também foram contemplados.
Lista dos bailarinos, coreógrafos e coreografias aprovados para JOINVILLE 2016.
APROVAÇÃO PARA OS PALCOS ABERTOS - Conjunto de Dança Contemporânea Sênior: Coreografia: Estereótipos. Coreógrafa: Priscila Ferraz. Elenco: BEATRIZ DA ROCHA SALES -BIANCA CRISTINA MUNIZ DE SOUZA PAIVA -CAIO BASTOS DE SOUZA -CARLOS AFONSO -CAMILA ARAÚJO FERNANDES -CAROLINE FERREIRA DOS SANTOS -CINTIA CRISTINE -DANIELLA DE OLIVEIRA JESUS -DANIEL DE OLIVEIRA JESUS -GABRIELE FERNANDES -GABRIEL MATHEUS -ISABELA MACHADO -JULIA FERNANDES -KARLA KRISTINA DE OLIVEIRA SANTOS -LOHANA JUDICE DE LIMA -MARIA JÚLIA CARDOSO ´-MELISSA MUZILLO -NATALIA SANTOS MOTA EMYDIO -REBECA LUIZA -TALITA DE SOUZA -THALES WHELLINGTON -THAINÁ JUDICE DE LIMA. Conjunto de Danças Populares Sênior - Coreografia: O Casamento. Coreógrafa: Priscila Ferraz. Elenco: -BEATRIZ DA ROCHA SALES -BIANCA CRISTINA MUNIZ DE SOUZA PAIVA -CAIO BASTOS DE SOUZA -CAMILA ARAÚJO FERNANDES -CAROLINE FERREIRA DOS SANTOS -CINTIA CRISTINE -DANIEL DE OLIVEIRA JESUS -DANIELLA DE OLIVEIRA JESUS -GABRIELE FERNANDES -ISABELA MACHADO -JULIA FERNANDES -KARLA KRISTINA DE OLIVEIRA SANTOS -LOHANA JUDICE DE LIMA -MELISSA MUZILLO -NATALIA SANTOS MOTA EMYDIO -THAINÁ JUDICE DE LIMA. -Conjunto de Danças Urbanas Sênior. -Coreografia: The Last Rock. Coreógrafa: Thaiane Stallone. Elenco: BEATRIZ DA ROCHA SALES -BIANCA CRISTINA MUNIZ DE SOUZA PAIVA -CAIO BASTOS DE SOUZA -CAMILA ARAÚJO FERNANDES -CAROLINE FERREIRA DOS SANTOS -CINTIA CRISTINE -DANIEL DE OLIVEIRA JESUS -GABRIELE FERNANDES -ISABELA MACHADO -JULIA FERNANDES -KARLA KRISTINA DE OLIVEIRA SANTOS -LOHANA JUDICE DE LIMA -NATALIA SANTOS MOTA EMYDIO -THAINÁ JUDICE DE LIMA. Solo de Jazz Masculino Sênior. Coreografia: No Ritmo do Meu Mundo. Coreógrafo e Solista: DANIEL OLIVEIRA. Solo de Jazz Feminino Sênior. Coreografia: Libertai. Coreógrafo: Daniel Oliveira. Solista: KARLA KRISTINA. Solo de Jazz Feminino Infantil – APROVADO PARA OS PALCOS ABERTOS Coreografia: A História de uma Gata Coreógrafa: Priscila Ferraz Solista: JÚLIA MARIA Conjunto de Danças Populares Infantil. Coreografia: Indígenas. Coreógrafa: Priscila Ferraz. Elenco: DANIELLA DE OLIVEIRA JESUS -GABRIELLI CUNHA DE OLIVEIRA -JEANE MARIA COSTA SILVA CARNEIRO PENHA -JÚLIA MARIA COSTA SILVA CARNEIRO PENHA -MARIA EDUARDA ALVES DA SILVA RAMOS -MARIA EDUARDA LEAL CASEIRO -MELLISSA MONTEIRO MUZZILLO ARRUDA -THACYANA MOREIRA DE MELLO DUARTE. Conjunto de Danças Urbanas Infantil. Coreografia: Pra ser Feliz. Coreógrafa: Thaiane Stallone. Elenco: CLARA SOARES DO NASCIMENTO -DANIELLA DE OLIVEIRA JESUS -GABRIELLI CUNHA DE OLIVEIRA -ISABELA LOPES -JEANE MARIA COSTA SILVA CARNEIRO PENHA -JÚLIA MARIA COSTA SILVA CARNEIRO PENHA -MARIANA CORRÊA -MELLISSA MONTEIRO MUZZILLO ARRUDA -THACYANA MOREIRA DE MELLO DUARTE. APROVADO PARA MOSTRA COMPETITIVA - Solo de Dança Contemporânea Sênior. Coreografia: Em Caos. Coreógrafos: Daniel Oliveira, Priscila Ferraz e Maicon de Queiroz. Solista: CAIO BASTOS. Solo de Danças Urbanas Masculino Júnior. Coreografia: Renegado. Coreógrafo e Solista: EMANUEL ALMEIDA. PARABÉNS A TODOS!

domingo, 10 de julho de 2016

Instituto Filgueiras: Festa Julina nota 1000!

A grande festa julina do Instituto Filgueiras foi ontém! Linda e repleta de calor humano compartilhada por alunos, pais, responsáveis e professores. Juntos familiares e amigos se divertiram a valer com show de danças dos alunos que foram coreografados por seus professores, e também por eles mesmos, demonstrando que Nilópolis é sim a terra da dança, do esporte e de gente trabalhadora que se dedicam com amor a construção de um estado e de uma nação melhor para todos. Se você não veio, programe-se e venha no ano que vem. Faça melhor! Fique ligado em nosso site http://www.colegiofilgueiras.com.br/ e saiba quando estaremos festejando outras datas. Aqui estudar tem o significado maior de construir saberes dividindo alegria.
Recebemos em nossa festa julina com muita honra, as apresentações de duas escolas de dança de Nilópolis, premiadíssimas. Trata-se do Studio de danças Valeria Brito e do Instituto de Dança Priscila Ferraz. O Instituto Filgueiras compartilha com essas escolas o orgulho de ter bailarinas que estudam lá e aqui, compartilhando saberes e aprimorando outros conhecimentos trazidos de seus lares. Parabenizamos individualmente Jandara - Studio de danças Valeria Brito(Ensino Médio), Júlia Penha - Instituto de Dança Priscila Ferraz (6º ano) e Jeane Penha - Instituto de Dança Priscila Ferraz (5º ano). Destaca-se que nossas alunas bailarinas estão embarcando para participarem do festival de dança de Joinville, considerado pelo guinness book o maior festival de dança do mundo. GALERIA DE FOTOS DA FESTA JULINA DO IBSTITUTO FILGUEIRAS 2016.
VENHA NOS CONHECER!

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